Quando o Meu Marketing Digital É Maior Do Que o Teu
Vamos imaginar que sou um escritor de romances literários, um verdadeiramente mau. Assim não estaremos muito longe da verdade. Pelo menos na parte do mau.
Mas peço alguma condescendência para que possa expor uma fantasia tirada de uma mente insana. Ler mais →
Métricas e como elas podem te ajudar a ter mais sucesso!
Já aqui antes tinha dissertado sobre as Métricas nas Campanhas Online e aproveito agora também para continuar este tema que considero extremamente importante para o teu sucesso com as campanhas de comunicação online.
Devo confessar que eu não gosto nada de métricas. Tudo o que envolve algoritmos que analisam à décima a tua performance parece-me sinceramente um trabalho ingrato. Porquê? Porque na verdade pouco faz para contabilizar por exemplo a situação esforço e brainstormings que efectuaste para chegar a uma determinada estratégia.
No entanto, tenho que concordar que há um certo trabalho de métricas que temos que fazer, mais que não seja para saber se tiveste retorno com determinada iniciativa ou não.
Não Gosto, mas Necessito
Dito isto, eu não gosto, mas sei que necessito dessas métricas. Para quê?
Bem, no fundo, precisamos de confirmação de que determinadas decisões tiveram validez em números, nem que não seja para nos ajudar na apresentação de reports aos nossos directores se for caso disso. Mas é muito mais que isso. Para tomares uma decisão baseias-te em duas coisas:
- Em Experiência – A tua experiência de acções anteriores e que tiveram sucesso dão-te conforto para tomares iniciativas semelhantes e portanto, é no fundo uma base de dados de várias fontes que agregas no teu cérebro e mediante isso elaboras ideias e iniciativas.
- Em Dados – Quando ainda não tens a experiência, vais basear-te em informação. Em dados sobre vários pontos que em conjunto geram uma fonte de conhecimento que te ajuda a opinar sobre um objectivo. Por exemplo, sabendo que tens que comunicar com um público-alvo de um determinado segmento, é baseado nisso que vais procurar onde comunicar, sendo que ao encontrares forma de os identificares te sentes mais confortável, mesmo que não conheças o meio em que o estares a fazer. Se o fazes de forma acertada ou não já depende dos profissionais em que te apoias e na experimentação.
Como Aplicar essas Métricas?
Essas métricas ou deverei dizer dados, conseguidas de diversas fontes, dão-te conhecimento e bases para aplicares as tuas estratégias de comunicação. Por exemplo, ao saberes que 30% dos teus seguidores no Facebook são mulheres, podes efectuar alguma iniciativa para entregares conteúdo que lhes seja relevante e daí alavancar outras estratégias. A mesma coisa, se sabes que uma determinada base de dados de Permission Email Marketing tem um target de 20.000 subscritores interessados na linha do teu produto.
Estas informações dão-te bases para que fiques com maior confiança na hora de comunicar com estes targets. Saberes o nível de audiência também te ajuda a conceberes se o investimento que vais fazer tem probabilidades de obter sucesso. Mais uma vez, probabilidades são métricas aplicadas a fórmulas de dados mais experiência, com variáveis que poderão resultar em sucesso… ou não.
Como Medir Essas Métricas?
Bem, isso já foi por demais exposto neste artigo sobre como analisar o sucesso de uma campanha online. No entanto, para além das campanhas online, existem as restantes em termos de mobile, mail directo, outdoor, televisão, rádio, imprensa e muitos outros meios. Em todos eles, podemos encontrar métricas e formas de medir resultados. No entanto, na maioria dos meios fora do formato digital, não possibilita uma medição mais exacta, senão baseada em estatísticas e sondagens.
Mas convenhamos, tudo se baseia numa única medição: o ROI.
Podes expor as tuas técnicas para te baseares nas métricas? Que tipo de dados privilegias na tua tomada de decisões?
Como Criar uma Base de Dados própria de Email Marketing – Parte Dois
Esta é a segunda parte do primeiro artigo sobre como criar uma base de dados própria de email marketing e assim aumentar a fidelização dos teus clientes ou mesmo aumentar o ROI das tuas acções de comunicação. Se ainda não viste, convém mesmo que leias a primeira parte deste artigo.
Que Segmentação/Personalização Necessitas?
Por vezes é interessante saber alguns dados dos teus subscritores para além do email, tais como o nome para poderes personalizar as tuas mensagens ou mesmo saber o sexo da pessoa, localidade ou interesses. Dependendo dessas necessidades, deves pensar na premissa matemática entre:
Mais valia do registo versus facilidade de registo versus número de campos no registo = número de registos na base de dados.
Ou seja, quanto mais campos colocares e quanto menos fluido for o registo, menor será o número de subscritores à tua base de dados. Ora se assim é, o que tens que calcular é se será assim tão mais valioso ter mais campos ou reduzir o número de campos para teres mais registos.
Lembra-te que podes sempre posteriormente ir adicionando mais dados com pequenas sondagens que podes ir fazendo aos teus subscritores.
A Importância do Copy em qualquer Plataforma
Foto gentilmente cedida por Ramunas Geciauskas
Já é sabida aquela célebre história de um cego que tinha um cartaz com a frase “Por favor, ajude-me, sou cego!”, um publicitário quando o viu assim tão infeliz pelas misérias que ia recebendo, reflectiu e escreveu algo diferente no cartão indo-se embora pouco depois, deixando o pobre cego com muito mais pessoas a aderirem ao seu pedido de ajuda. Na verdade tinha escrito a mesma coisa mas por outras palavras: “Hoje é Primavera, e eu… não posso vê-la!”.
Existem várias versões, mas a ideia está clara. O que quero reforçar é que tudo depende da forma como devemos comunicar para que tenha maior ou menor efectividade.
O que é que mudou na forma como estava a frase escrita anteriormente e como ficou depois alterada? Principalmente cinco coisas:
Óbito anunciado: RSS, Email Marketing e Botão Like
É bastante comum serem lançadas notícias em que se declara a “morte” de um determinado meio de comunicação em detrimento de outra tendência que virá ter maior predominância.
Desta última feita, é o Botão “Like” do Facebook que segundo alguns analistas terá a sua efetividade revista de acordo com um determinado sistema de ROI e assim sendo perderá o seu atual interesse. No entanto, é algo que sinceramente não concordo. Penso que é tudo uma chalaça assim como foi a anunciada “morte” do Email Marketing, do RSS e dos Banners, para nomear alguns.
Afinal perde ou não efectividade?
Honestamente, não se trata de uma verdadeira perda de efectividade, mas sim de uma análise distinta da forma como contabilizamos a sua influência.
Só para dar um exemplo, hoje em dia existem 4 ou 5 vezes mais utilizadores de email que há 5 ou 6 anos atrás e no entanto afirmam que o email já não é uma forma de comunicação que tenha a sua devida importância.
De há 8 ou 9 anos para cá, sentenciaram o RSS também ao seu definhamento, mas ainda hoje são lançadas aplicações web que se baseiam nessa tecnologia e tem mais subscritores desse sistema que alguma vez sucedeu. Há blogs de sucesso que o são porque têm o sistema de RSS inserido nas formas de subscrição do mesmo.
Como muito bem expressou Seth Godin, quando o hype de determinado meio perde a sua força e se torna um pouco status quo é quando se pode aproveitar melhor esse fluxo e obter retorno mais efetivo.
Aproveitar o Momentum
É quando todos tentam se degladiar no campo da mais nova tendência de hype, que podemos aproveitar melhor os meios que continuam bastante efectivos, aliás, mais efectivos do que nunca porque as pessoas já estão mais savvy e sabem como agir da forma que se pretende.
Ao saber como introduzir as melhores práticas em cada meio, obténs o melhor retorno do investimento.
Portanto, torna-se claro que as menções de que o RSS, o Email Marketing, os botões Like, os agregadores de conteúdo como Digg, os blogs e afins estão “mortos”, são para mim uma boa notícia. É da maneira em que saíram os trolls e os que estragavam os meios com as práticas do show-off and no gain e podemos finalmente aproveitar para fazer o que sabemos fazer bem.
Bem, creio que a seguir será o “Digital Marketing is Dead, Long Live the Outdoor”… just kidding.
Regra nº1 para uma Landing-Page
Já aqui tinha falado anteriormente de Landing-Pages e agora continuo o tema com algo que considero importante. Esta manhã estava a navegar por uma série de feeds que me alimentam a minha sede diária. Invariavelmente há sempre algo que me deixa com um sorriso de bem-estar por saber algo novo, algo que sinto que vem me trazer soluções para algumas questões.
No entanto, também invariavelmente, vejo situações que me fazem eriçar a nuca porque são erros crassos e que certamente estará a danificar os resultados pretendidos.
Mas ninguém nasce ensinado, portanto é nosso dever ir sempre tentando aprender com os nossos erros e sucessos e se possível, com os dos outros.
Bloqueios a uma boa Landing-Page
Penso que é do conhecimento comum que uma Landing-Page é uma página de recepção de alguma iniciativa que desenvolvemos precisamente para trazer pessoas para essa mesma página. Portanto, se a ideia é levar um público (seja vasto ou segmentado) para essa página, porque depois devemos dificultar-lhes o trabalho para acederem à mesma?
Isso pode suceder com um sem número de situações, sendo que vou enumerar algumas para que mais facilmente as possas identificar:
- Efectuar a página em qualquer sistema ou software que necessita de actualizações de plugin para que seja vista. Por exemplo Flash, Silverlight, etc.
- Colocar javascripts que na verdade não estejam estandardizados e que os browsers obtenham erro de acesso.
- Efectuar uma página que funciona apenas em alguns navegadores e sistemas operativos e não em outros.
Isto são apenas alguns exemplos, havendo obviamente muitas mais situações similares, mas a ideia geral é que se tornam minimamente difícil chegar e receber a mensagem inscrita nessa Landing-Page, estamos a prejudicar-nos no ROI da acção.
Objectivo de uma Landing-Page
Uma boa Landing-Page é uma página que pode estar inserida num micro-site, num espaço especial de um site institucional ou mesmo uma simples página web. As formas são inúmeras, sendo que apenas interessa o objectivo primordial.
Normalmente é sempre o fim de uma acção que começará num banner, num artigo, num link, num tema desenvolvido com intuito de transmitir uma mensagem, mensagem essa que sendo apelativa para a pessoa envolvida, resulta numa acção dessa pessoa em querer saber mais e logo, chegar a esta Landing-Page.
Esta página deve assim ser uníssona com a primeira mensagem emitida para que não haja frustração ou confusão por parte da pessoa envolvida, mantendo a mesma linha de comunicação. Depois, é consoante a intenção pretendida pelo criador da mesma.
Pode ser um formulário de pedido de mais informação, pode ser um comércio electrónico, apenas a passagem de informação ou branding, um formato viral, as hipóteses são infindáveis, mas a regra não!
A regra é tornares 100% facilitada a vida de quem chega para que possa beneficiar e compreender a tua mensagem.
Partilha a tua experiência, diz-me a tua opinião…
Como criar uma Landing Page efectiva
Originalmente retirado do site Webtrends
Fui abordado por um amigo meu que tem um pequeno negócio de rua e queria divulgar pela sua pequena base de dados de clientes, uma promoção especial para os seus actuais clientes de modo a recompensa-los pela sua continuidade.
A questão é que para uma acção desta dimensão não era muito rentável contratar uma equipa de webdesigners e programadores para a desenhar da forma mais correcta e aplicando algumas boas práticas de web-marketing. Assim, prontifiquei-me a dar-lhe umas dicas e aproveito para passar aqui alguns dos pontos que considero que te possam ser úteis.
Estratégia da Acção
Não me canso de repetir isto sempre. Para tudo o que fazemos, devemos calcular os nossos passos, as nossas acções e o que queremos que o nosso target faça. Aliás, quando falo em que temos de planear o que queremos que o nosso target faça, refiro-me a que as pessoas querem que as nossas intenções sejam claras. Se a ideia é que se preencha um formulário, então temos que tornar simples e eficaz a forma como a pessoa chega na página e preenche o mesmo.
A mais valia tem de ser clara.
Daí que se tem de pensar bem no que queremos fazer e em como apresentar essa nossa intenção para que as pessoas o entendam e tenhamos sucesso na nossa acção.
Headlines e Mais Valias
No primeiro segmento da página, deverá ficar claro a(s) mais valia(s) e os títulos mais claros e esclarecedores do que pretendemos tem que ficar inserido na parte que é carregada assim que abrimos a página. Se esperamos que as pessoas façam scroll para ver esta informação, perdemos de imediato uma boa porção de potenciais resultados.
Mas porque acontece desta forma?
Bem, o utilizador da internet é movido por impacto, clareza, rapidez e foco. Quando se chega numa página que para nós não diz nada nos primeiros segundos em que carregou, fechamos a mesma e passamos a outras navegações. Perde-se o foco.
Então a ideia é agarrar a sua atenção de imediato assim que abre a nossa página. Para tal, utilize a mais valias claras para o nosso potencial cliente assim que possível.
Aspecto Gráfico
Apesar de não poderes eventualmente contratar uma agência criativa para estas acções menores, deves assim mesmo dar preferência a uma certa linha gráfica apelativa.
Caso queiras experimentar alguns serviços web que produzem templates específicos para tal, podes sempre utilizar alguns como estes apresentados abaixo:
Wufoo.com – É uma web para efectuar formulários, mas tem uma multiplicidade de templates que permitem que se torne uma verdadeira landing page. É simples e o preço é aceitável para o que consegue produzir.
Unbounce.com – Para mim é o preferido e devo dizer que já experimentei algumas vezes. É francamente fácil de utilizar e tem tudo para se tornar uma landing-page de sucesso, mesmo para quem não tenha experiência.
Sabe para quem Escreves
A ideia é que conheças o teu público. Ao sabe-lo, sabes a quem estás a escrever. Não se trata de falares de ti ou do que consegues fazer, mas sim sobre o teu cliente. O importante é ele. Não querem saber sobre ti, querem saber o que podes fazer para os beneficiar.
Então fala para a terceira pessoa: Tu (Você) ou Vocês.
Sê Conciso(a)
Podes ter uma landing page enorme, mas a ideia é que mantenhas sempre o mesmo foco de seres conciso ou escrever tudo claro e sintético para que seja de fácil apreensão. Isso não representa que fique extremamente pequena, como seria de imaginar.
Utiliza bullets se for necessário, assim como os bolds (negrito) para destacar as partes mais relevantes do teu conteúdo.
Simplicidade é Rainha
A simplicidade e a clareza de conteúdo é Rei. Ou seja, quanto mais desordem e confusão de conteúdo, pior é a conversão. É preferível optar pela simplicidade e ganhar a acção.
Call to Action
Este chavão em inglês é talvez um dos mais importantes. Sem um impulso claro para que as pessoas efectuem o que pretendemos, o mais certo é que não o faça. Portanto, botões claros e links grandes e chamativos são essenciais para que tenhas o sucesso pretendido.
Em resumo, a ideia é que consigas obter com uma página clara e simples, o objectivo que buscas.
Se tens alguma experiência que queiras indicar, estás sempre à vontade nos comentários abaixo.
Mitos das Redes Sociais
É tão comum ver a descrença dos Administradores face às redes sociais, quando se tenta levar a empresa do século XX para o próximo nível. A maior parte refuta que existe realmente vantagem em ter uma presença online nessas ditas redes sociais. Vêem mais prejuízo que benefício em estar com qualquer iniciativa.
A questão é: Quem os pode censurar?
Razões apontadas pela Administração para não estar nas redes sociais
Senão vejamos:
- Não existe uma medição credível e eficaz que demonstre a relação directa de um esforço nas redes sociais ao aumento de vendas dos seus produtos ou serviços. Pelo menos na sua maior parte.
- Estar presente significa estar mais exposto e consequentemente estar vulnerável a ser mais assolado com questões por vezes difíceis de controlar.
- Nas redes sociais não existe controlo de comunicação. O utilizador é rei e senhor!
- Como justificar a retirada de investimento de outros meios mais tradicionais para enveredar por algo tão novo e que ainda não tem resultados comprovados?
A questão é que todas estas perguntas também se poderiam fazer em relação aos ditos meios mais tradicionais. Quem consegue medir com toda a sua veracidade, a influência da Televisão, ou da Rádio, ou da Imprensa, ou mesmo de uma acção de Relações Públicas? Existem estatísticas, é certo, mas as estatísticas também existem do lado das redes sociais.
Solução para Mudar a sua Forma de Pensar
Aliás, o método mais eficaz para convencer o corpo de administração a investir neste meio até é bastante simples. Basta tirar um screenshot de uma pesquisa por keywords a reflectir a empresa e isso irá assombra-los.
Porquê?
Porque não é necessário estar com uma presença online para que falem de nós. No entanto, é necessário tê-la para poder responder com credibilidade e poder virar a situação a seu favor. A questão não é se vão ou não falar de nós nesses meios porque é mais do que certo que cedo ou tarde isso acontecerá. A questão é se podemos estar presentes de modo a poder ter o privilégio de poder reforçar ou refutar qualquer referência à nossa marca no momento apropriado.
Quais os Custos Iniciais de ter uma Presença Online nas Redes Sociais?
Bem, depende da tua estratégia. Se a intenção for apenas de marcar a sua presença online nessas redes com intuito de poder comunicar de forma institucional e pode estar presente para responder a questões dos seus clientes, a queixas ou mesmo a agradecer pelos bons comentários, então não é assim tão oneroso, porque não é necessário ter uma pessoa a 100% dedicada a isso.
Mas isso é tão limitativo para uma verdadeira dinamização do potencial das redes sociais.
Se tens possibilidades para tal, deverias dinamizar essa presença online de uma forma transversal.
O que eu defendo é que não tem de haver separação entre investimento no site, nas redes sociais, nos blogs, no vídeo sharing, e restantes meios online, assim como não se tem uma ruptura face à comunicação na televisão, rádio, imprensa, outdoor. De uma vez por todas, a integração terá de ser assumida. As mesmas pessoas andam pela rua, ouvem a sua estação favorita, vêm a sua série televisiva preferida, entram nos seus sites e blogs diários, conversam com a sua rede de amigos e contactos, e assim consecutivamente. Não são propriedade de apenas um meio.
Por isso mesmo, quando se elabora uma campanha de comunicação para o offline, também deve ser pensada a forma como irá ser comunicada online. Deve se respeitar tanto os meios tradicionais como os novos media. Somente assim terá um marketing consistente.
Mas para que o possas fazer, tens que compreender algo essencial nas redes sociais. Uma presença nesta rede tem de ser “social”. Ou seja, não pode ser um bot a despejar notícias. Tem de ser um ser humano que discute, intervém e opina como um ser humano. Somente assim faz sentido estar presente neste meio.
E agora, para resumir, reafirmo que não tem de ter custos acrescidos com estabelecer uma presença nas redes sociais. Basta ter alguns minutos diários para estar presente, ter um acesso constante à mesma através de smartphone, portátil, ou qualquer outro meio para poder contestar em tempo real ou no mais breve espaço temporal possível. É importante ter uma boa atitude e vontade de marcar a diferença.
Mas se não tiveres essa disponibilidade ou vontade, nem tem ninguém na sua equipa que o possa fazer, por favor, contrata uma empresa ou um profissional experiente nestas iniciativas.
A questão é que por vezes, em vez de ter más presenças o melhor é não estar de todo.
Qual a tua opinião sobre o caso? Partilha a tua experiência…
Presença Online em Simples Passos
Esta é a segunda parte de uma série de artigos relativos à criação de uma estratégia de marketing online. Pretende-se com esta série que tenhas todos os elementos necessários para criar a tua presença online de uma forma eficaz e com todas as boas práticas para ter o sucesso pretendido. Claro que há sempre pormenores e iniciativas que se tomam entre todos estes passos que fazem com que uma aposta tenha mais resultados que outra, mas isso são situações que podemos rever mais à frente.
Agora pretende-se que tenhas a versão base para que depois se possa dar início à versão mais avançada da mesma.
COMPRA DE UM DOMÍNIO ONLINE
Para se ter uma presença online, tens duas hipóteses que depois se sub-dividem em mais variantes, mas eis o importante: ou tens um domínio próprio ou optas por um sub-domínio porque decidiste alojar num serviço que te dá o serviço gratuito mas sob a sua marca. Pessoalmente, prefiro sempre optar por ter o meu próprio domínio porque me dá a liberdade de poder remeter esse domínio para qualquer sistema que eu decida utilizar.
Vantagens e Desvantagens de um Domínio Próprio
Vantagens
- Liberdade de acção. Podemos mudar de fornecedor e de sistema de implementação, porque basta direccionar a sua direcção para o local que se pretender e que o suporte.
- Branding. O domínio é por onde as pessoas que já conhecem o teu negócio ou que viram a sua referência, irão procurar primeiramente. Seja em *.com.br, *.pt ou qualquer outra terminação, o que torna relevante é a tua marca estar presente nesse domínio.
- SEO. Por muito que os gurus da optimização digam o contrário, ter um domínio com a tua marca é um bom avanço para que quem pesquise nos motores de pesquisa.
- Blindagem. O facto de teres os domínios de internet com a tua marca previne que outros a possam registar e poder denegrir a tua imagem.
Referência. Tens que marcar o standard e saber que se as pessoas têm determinadas tendências na sua rotina de navegação, deverás aproveitar para marcar a tua posição.
Desvantagens
- Custo e Manutenção. O facto de teres um domínio requer que o compres a uma entidade representativa dos registos de internet.
- Eventuais Processos Burocráticos. Em algumas terminações de domínio como o *.pt ou *.com.br requer que seja uma marca registada ou denominação de uma empresa daí que seja necessário alguma burocracia.
Formas de comprar Domínios Online
Podes sempre recorrer a entidades representativas para cada terminação pretendida. Em *.pt existem vários registrars existentes, mas o mais oficial será o DNS.pt (da FCCN), em *.com.br poderás utilizar o serviço do Registro.br onde terás todas as documentações necessárias para tal.
Em *.com (domínio mais valioso e considerado mundialmente) poderás então utilizar mesmo vários representantes pois o seu registo é muito mais liberal. Recomendo o GoDaddy pois além de ser o maior, também tem bastantes serviços adicionais que podem ajudar numa primeira fase.
ALOJAMENTOS ONLINE
Para se ter uma presença online, necessitamos de ter o nosso domínio alojado em algum provedor deste tipo de serviços. Conforme disse no início, existem sistemas que são gratuitos que podem alojar ou aceitar que o domínio seja reencaminhado para esse sub-domínio ou provedor. Disso depende da estratégia inicial de presença online como já foi referido anteriormente.
Se o que pretendes é ter um sistema simples recorrendo a uma função de blogging, então podes perfeitamente optar por um serviço gratuito como o posterous.com ou outras entidades do género. Para uma maior liberdade de acção e de adaptação tecnológica podes sempre optar por um CMS como o WordPress.
Caso pretendas, conforme mencionei acima, podes sempre optar por um serviço de alojamento profissional para teres recursos com que possas contar caso venhas a ter tráfego intenso e que necessites de estabilidade e qualidade de serviço.
Neste caso e refiro que não tenho qualquer experiência com a qualidade de serviço destes serviços, mas a sua reputação online tem mantido sempre uma linha de cumprimento do que se propõem.
RackSpace (link patrocinado) são conhecidos por terem uma assistência que eles definem como fanática.
GoDaddy (link patrocinado) também possui serviços de hosting, mas não há algumas controvérsias sobre a sua estabilidade e opções.
NFSI (portuguesa) também tem sido referida como uma opção.
UOLHosting (brasileira) também tem robustez suficiente para suportar qualquer acção online.
Num próximo artigo iremos seguir com esta temática tão essencial a qualquer boa iniciativa. Fica em sintonia e se tiveres sugestões a fazer estás à vontade!
Qual o Verdadeiro ROI – Return of Investment ?
Esta é a pergunta que sempre me questionam em relação às campanhas efectuadas quando os números não são assim tão lineares. Números são números e podem ou não indicar se uma campanha teve ou não o sucesso pretendido. Mas apenas são indicadores de sucesso se à partida definimos que determinada indicação é o expoente que devemos seguir para medir os resultados.
O problema é que por vezes é difícil definir qual é essa indicação que devemos seguir para medir os resultados. Uns dirão que foi o CTR, outros que foi a taxa de Pageviews, ou a taxa de Followers, a quantidade de Leads, a quantidade de vendas… Enfim, é infindável a forma como se poderá ou não medir esse sucesso. E os números são apenas isso, números!
Apuramento dos Valores
Primeiro que tudo há algo que deve ser conseguido de uma forma transversal a todas as plataformas ou meios. Esse algo é tracking. Temos de conseguir rastrear absolutamente tudo o que nos seja possível monitorar. Desde os pageviews das nossos anúncios, aos cliques, às reacções, aos efeitos virais, às navegações dentro dos sites pretendidos, segmentações e targets, etc. Mesmo tudo o que seja possível.
Hoje em dia já são bastantes as ferramentas que ajudam a conseguir conjugar estes resultados bastante bem. Desde plataformas como a DoubleClick, Google Analytics, e-Planning, OpenX, entre outras mais recentes como o MixPanel que está a ganhar muitos adeptos por ser muito fácil de usar.
A ideia é que no final se obtenha uma ideia muito clara do que se conseguiu atingir em termos de audiência, engadgement e subsequente concretização do objectivo inicial. Agora aqui reside, a meu ver, o principal tema mais complexo de definir. O objectivo inicial deverá ser SEMPRE o nível de sucesso da acção? Porque se o objectivo inicial for vendas de e-commerce por exemplo, o número de itens comprados e subsequente valor de aquisição é o que deve ser rebatido face ao custo da acção. Vendas versus Custos.
Vendo por aí seria simples, mas como eu referi anteriormente, a situação é mais complexa.
Ou seja, O Marketing!
E então e a exposição da marca? O branding logrado? A viralidade da acção? A angariação de pré-leads e registos de interessados na marca antes da venda por assim dizer? E a potencialidade de converter estes interessados em compradores?
São várias perguntas e apenas uma resposta: TUDO deve ser incluído na equação. Somente com todos estes factores introduzidos poderá obter o REAL valor da acção que desenvolveu.
Qual a tua experiência em relação a este tema?


