Workshop Sobre Marketing Directo e Digital em Lisboa
É já no dia 10 de Novembro que irá ser realizado o melhor Workshop Prático de Marketing Directo e Digital com alguns dos profissionais mais experientes e respeitáveis do sector, em Lisboa.
Serão 6 horas de casos práticos, insights e boas práticas com 4 dos mais experientes profissionais dentro das suas áreas. É um evento bilingue em Inglês e Português onde serão abordados todos os temas que farão com que os teus esforços no marketing directo e digital obtenham um forte crescimento exponencial.
Temas Abordados e Preço Especial para os Leitores do Blog de Marketing
Entre os vários temas abordados destacam-se os seguintes:
- Criar as Bases para que o Seu Site esteja Adequado para Obter a Melhor Performance.
- Adquira Leads de Forma Efectiva.
- Social Media Acquisition e Retention.
- Como Tornar a sua Estratégia de Marketing Digital e Offline Confluente.
- Como Melhorar a sua Estratégia de Email Marketing.
Profissionais Intervenientes
Mas A Lei Diz Que Eu Não Faço SPAM
Continuação dos Artigos “O Que Pode Ser Pior Que Marcarem A Tua Mensagem Como SPAM?” e “Quem Faz SPAM“.
Segundo a lei portuguesa de comunicações electrónicas, que está a ser aproveitada por diversas entidades para se “vestirem” da luz divina de santidade, desde que os endereços electrónicos estejam disponíveis publicamente (por exemplo em fóruns e outros sítios web), podem ser utilizados para comunicação desde que exista uma forma de anular a subscrição. No que diz respeito a emails empresariais ou relativos a empresas, comerciais, etc, ainda é mais aberta e pode mesmo ser efectuado sem necessidade de qualquer consentimento. A única salvaguarda das pessoas é estarem inscritas na listagem pública de NÃO QUERO RECEBER PUBLICIDADE, providenciada pelo Estado Português. Mas isso levanta uma série de questões também não completamente esclarecidas. A principal é que quase ninguém tem conhecimento de que existe, logo não a utiliza.
O problema para quem acha que está “safo” é que para as entidades internacionais envolvidas, como as associações internacionais de listagem de SPAM (à qual a maioria das entidades – empresariais e outras – vão refrescar as suas listas de bloqueio), não querem nem saber se é legal ou não em Portugal faze-lo. As consequências vão ser exactamente as mesmas, porque se assume internacionalmente que as pessoas têm que previamente autorizar através de um registo num formulário e concordar em receber informação dessa entidade. O célebre Permission Email Marketing.
Se pensa que com bases de dados empresariais estaria confortável, desengane-se porque até a maioria dos diversos sistema de envio de emails massivos de permissão como o Mailchimp, ExactTarget, Aweber e muitos outros, nem sequer permitem emails de empresas como geral@nomedaempresa.com ou info@nomedaempresa.com porque sabem que não interessa tanto a legalidade da situação, mas sim o que os receptores vão considerar quando recebem essas mensagens.
Resumindo…
…quando se faz as contas conforme fiz inicialmente, deve se contabilizar não apenas o custo imediato, mas também o que pode suceder a médio e não muito longo prazo. Se fizermos as contas de novo, penso que a fórmula seria algo deste género:
1. Para quem quer COMPRAR uma BD e efectuar os seus próprios envios:
(custo de adquirir a BD) + (custo do sistema/software) + (custo da penalização dos ISP’s) + (custo de penalização de estarem a bloquear inclusive os teus emails profissionais regulares) + (custo de penalização do domínio do teu site) + (custo de penalização no posicionamento dos motores de busca) + (custo de ver o teu site bloqueado por um browser) + (custo da péssima imagem)… bem, a lista continuaria, mas penso que dá para ter uma ideia.
2. Para quem quer ALUGAR uma BD e deixar que façam os seus envios, sem ter conhecimento de como foi angariada:
(custo de alugar a BD) + (custo do envio) + (custo da penalização dos ISP’s) + (custo de penalização de estarem a bloquear inclusive os teus emails profissionais regulares) + (custo de penalização do domínio do teu site) + (custo de penalização no posicionamento dos motores de busca) + (custo de ver o teu site bloqueado por um browser) + (custo da péssima imagem)… bem, a lista parece quase igual, porque na verdade, é!
3. Para quem quer ALUGAR uma BD e deixar que façam os seus envios, assegurando-se de que a forma de angariação foi com permissão prévia e que fazem as melhores práticas do meio:
(custo de alugar a BD) + (custo do envio) … bem, a lista não parece igual, porque na verdade, não é!
É como diz o ditado. O que é barato, por vezes sai caro! Ui, parece cliché, porque na verdade é mesmo. Mas tão certo como sempre.
Depois de todo este discurso é mais do que evidente que toquei em muitos pontos nevrálgicos, logo é importante a troca de ideias e de pontos de vista. Se tens opiniões contrárias ou até concordas com o que foi dito, faz questão de te expressares para que todos beneficiemos da discussão e troca de ideias. Só assim podemos crescer e fazer evoluir o mercado.
Quem Faz SPAM
Continuação do artigo “O Que Pode Ser Pior Que Marcarem A Tua Mensagem Como SPAM?”
Quem Faz SPAM
O que mudou bastante é QUEM hoje em dia comete a ligeireza ou a torpeza de efectuar SPAM. Aqui estão algumas das circunstâncias que alteraram o status quo:
- Até há pouco mais de 2 anos atrás, poucas pessoas ou empresas tinham conhecimento, os recursos técnicos ou estrutura para terem sistemas de envio de emailing que conseguisse passar por cima dos filtros criados. Requeria acima de tudo praticamente uma equipa com know-how específico e isso tornava todo o processo mais complicado.
- Também até recentemente, os softwares mais utilizados para envios massivos para estas práticas de uma forma económica funcionavam através de computadores que utilizavam as linhas de ligação à internet providenciadas para o mercado residencial ou empresarial apesar de terem restrições. Tornava-se perigoso faze-lo, sob pena de removerem a linha de acesso por práticas não recomendáveis.
- Mas havendo este mercado ávido por utilizar um meio extremamente rentável, originou a que se democratizassem formas de utilizar sistemas ou softwares web-based que faziam quase toda a gestão de envio e que permitiu que qualquer pessoa com um pouco mais de conhecimentos técnicos pudesse começar a efectuar envios de email em massa.
- Isso também permitiu que se criassem supostas empresas com estruturas reduzidíssimas mas com software que permitia esses envios em massa poderem fornecer esses mesmos serviços não apenas para os seus produtos ou serviços, mas também a marcas externas como um serviço de marketing.
- A forma de obter os endereços de email também se tornou cada vez mais fácil, através de softwares que procuravam os mesmos através de mecanismos automatizados nas páginas públicas existentes nos sites quando comentamos artigos na web ou fóruns.
O que tudo isto provocou é que hoje em dia, qualquer empresa, seja uma marca internacional ou mesmo uma PME, bastando para tal fazer uma pequena pesquisa de mercado e consegue obter facilmente uma lista de base de dados ou um sistema que lhe permita enviar a sua comunicação. O SPAM banalizou-se hoje em dia.
Já não é reduto apenas dos vulgares Viagras ou de Instrumentos de Aumento dos Orgãos Sexuais, nem das Redes Multinível, nem de Casinos Online, que de alguma forma não se preocupam tanto com a imagem que transmitem ao mercado.
Hoje em dia, marcas que estávamos habituados a ver em televisão, rádio, outdoors e que prezam a sua imagem de marca (ou pelo menos pensaríamos que assim seria), arriscam optar pelos preços mais baratos do mercado e sem indagar como foram adquiridas essas bases de dados. Simplesmente enviam as suas comunicações através desses serviços porque consideram que isso não as irá prejudicar pois não são os emissores físicos dessas mensagens. Os nomes de domínio emissores não são das marcas que comunicam, portanto estão salvaguardados.
ERRADO!!
O que se passa verdadeiramente é que podem atingir irremediavelmente a sua performance digital, já para não falar do óbvio ataque à sua imagem de marca. Mas em termos práticos, o que pode suceder como penalização imediata?
Conforme eu disse no início do artigo, muito mudou. Já não são apenas os ISP’s a controlarem as acusações de SPAM. Também já não são apenas os provedores de email a faze-lo. Também já não são apenas as listagens de SPAM internacionais que podem prejudicar o teu site. Na verdade são todos os mencionados atrás e mais uns quantos novos players que passo a descrever:
- As organizações que recebem as acusações de SPAM, que anteriormente monitoravam apenas os IP’s dos emissores, hoje em dia, controlam igualmente os links que estão nessas mensagens. Portanto, se o link estiver a apontar para o teu site, o que faz todo o sentido enquanto meio de comunicação, também estarás listado como o SPAMMER.
- Os próprios navegadores começaram a criar sistemas que verificam essas indicações que são partilhadas por diversas entidades e simplesmente podem barrar o teu site com avisos de potencial sistema malicioso quando alguém tenta aceder. Repara no que isso poderá fazer para a imagem que as pessoas terão da tua empresa, da tua marca e do teu site.
- Os provedores do teu servidor web são imediatamente alertados e têm indicações para, se confirmada a violação, desligarem o teu sistema e ficas com o site offline. Atenção, para isto suceder terá que haver indicações de SPAM credíveis com direito a rectificação ou justificação por parte da tua empresa em como tinhas o direito de envio dessas mensagens ao teu subscritor.
- A estratégia de SEO também poderá ficar afectada pois o algoritmo dos motores de busca hoje em dia estão a avaliar de forma igualmente importante a reputação de cada domínio e acusações deste género em termos negativos podem prejudicar de forma bastante grave o teu posicionamento nos motores de busca. Não existe uma coerência ou declaração oficial de que isso pode suceder, mas os rumores apontam para que isso esteja a suceder um pouco por todo o mundo, com sinais inequívocos dessa prática.
O Que Pode Ser Pior Que Marcarem A Tua Mensagem Como SPAM?
Já deixei oficialmente de contar todas as vezes que me perguntam se vale a pena enviar uma campanha de email marketing para uma base de dados que compraram por uns poucos euros.
Primeiro, porque deixei de o fazer quando sucedeu por volta da 1873 vez (ou seria 2345??), Segundo porque de todas as vezes que eu respondia manifestando que há que prezar a permissão da pessoa para receber informação do emissor e assim não ser alvo de acusações de SPAM (termo utilizado para quem envia mensagens electrónicas sem a prévia autorização do receptor), a pessoa invariavelmente dizia que como não custava quase nada, valia a pena testar. Ou seja, o que eu respondia não fazia diferença porque fariam na mesma.
Ora, se é assim, nada posso fazer. Cada um é livre de fazer o que acha mais conveniente para a sua marca e a sua empresa.
Como Medir o Retorno de Uma Campanha de Email Marketing
Como é possível medir o retorno de uma campanha de Email Marketing de uma forma que seja conclusiva? Esta é a pergunta que me fazem por inúmeras vezes até porque faz parte do meu trabalho numa das empresas que lidero em Portugal. A resposta nunca é muito fácil, porque na verdade a resposta tem que se adequar a cada caso em particular. Mas tentarei na medida do possível chegar a uma situação o mais abrangente possível.
Bases Para Uma Campanha de Email Marketing
Primeiro que tudo, temos que entender que as taxas que iremos medir para o sucesso de uma campanha de email marketing é distinta, mediante se trata de bases de dados de subscrição próprias, se estamos a falar de bases de dados de aluguer ou se estamos numa situação de artigo patrocinado numa newsletter. Não vou nem sequer mencionar as bases de dados de compra ou angariadas com programas de busca pela web porque sinceramente será melhor cometer hara-kiri de imediato antes mesmo de lançar uma campanha digna desse nome. Ler mais →
E se o Google lançar um Serviço de Email Marketing?
Que aconteceria ao MailChimp e CampaignMonitor, entre outros, se o Google decidisse lançar um Serviço de Email Marketing?
Foi-me perguntado por Twitter na semana passada esta pergunta e não pude deixar de trocar outras impressões dando-me conta que aqui estava um óptimo tópico sobre o qual me prolongar do que apenas em 140 caracteres.De facto, o Google está efectivamente apetrechado para poder produzir um sério candidato a concorrente directo dos sistemas puramente dirigidos ao email marketing tais como o MailChimp e CampaignMonitor.
Tem Recursos
Os recursos são fantásticos tanto em termos de equipas humanas como em infra-estrutura. Com bastante facilidade poderiam construir uma plataforma robusta de envio, tracking e funneling de campanhas de email marketing!
No entanto, fazer com que funcionasse e tivesse um bom score de campanhas fora da sua rede era outra história! Isto porque aqui residem anos de experiência por parte das empresas que lidam com as entregas a nível mundial e por multiplataformas. Know-how é crucial.
Claro que sempre podem “comprar” esse conhecimento. Adquirindo profissionais já com esse expertise e o poder económico ajuda a “acelerar” todo o processo de recuperar o avanço dos anteriores percursores do caminho demonstrado.
Como Criar uma Base de Dados própria de Email Marketing – Parte Dois
Esta é a segunda parte do primeiro artigo sobre como criar uma base de dados própria de email marketing e assim aumentar a fidelização dos teus clientes ou mesmo aumentar o ROI das tuas acções de comunicação. Se ainda não viste, convém mesmo que leias a primeira parte deste artigo.
Que Segmentação/Personalização Necessitas?
Por vezes é interessante saber alguns dados dos teus subscritores para além do email, tais como o nome para poderes personalizar as tuas mensagens ou mesmo saber o sexo da pessoa, localidade ou interesses. Dependendo dessas necessidades, deves pensar na premissa matemática entre:
Mais valia do registo versus facilidade de registo versus número de campos no registo = número de registos na base de dados.
Ou seja, quanto mais campos colocares e quanto menos fluido for o registo, menor será o número de subscritores à tua base de dados. Ora se assim é, o que tens que calcular é se será assim tão mais valioso ter mais campos ou reduzir o número de campos para teres mais registos.
Lembra-te que podes sempre posteriormente ir adicionando mais dados com pequenas sondagens que podes ir fazendo aos teus subscritores.
Como Criar uma Base de Dados própria de Email Marketing – Parte Um
Na passada quinta-feira estive presente no seminário promovido pela Inesting para dissertar sobre como aumentar o ROI no Email Marketing.
O Email Marketing sempre foi o meu meio de comunicação preferido em termos digitais. Talvez porque não gosto muito de efectuar broadcast ou apregoar a mesma coisa para milhares de pessoas ao mesmo tempo. O email é mais pessoal, mais directo é uma conversa a dois!
Daí que irei fazer ao longo dos próximos dias, uma série de artigos a focar precisamente no Email Marketing e em como também se pode tornar o teu método preferido de comunicação para com os teus clientes.
Estratégia de Email Marketing
Para qualquer objectivo de comunicação, há que ter uma estratégia definida. Se não sabemos para que vamos utilizar uma lista de pessoas subscritas à newsletter, nem sequer vale a pena começa-la, sob pena de ser prejudicial.
Tendo bem delineada a estratégia de angariação de potenciais interessados na tua lista de contactos e a forma de os motivarmos a se registarem na mesma, há que estabelecer códigos de conduta e estabelecer recursos tanto materiais como de ordem motivacional para os que irão trabalhar essa ferramenta.
Porquê motivação? Para que uma newsletter efectiva ganhe consistência e regularidade, há que ter pessoas que estarão a produzi-la com essa preocupação. Preocupando-se em cumprir prazos e níveis de qualidade de modo a que cada envio, reforce a confiança por parte dos subscritores em como a tua marca é uma autoridade nesse respectivo campo.





